Navegando pela internet numa noite de trabalho, achei esse poema no qual me identifiquei na data e repassei a uma pessoa especial, desejando um ótimo dia, pois seria lido assim que amanhecesse:
“Em meu breve respirar, algo me faz falta
Parece uma nuvem sem chuva ou algo caindo sem chegar ao chão...
Como saber se a falta ainda me faz respirar. Ou...
Se respiro o que me falta?
Talvez seja impossível definir o que realmente me falta nesse momento
Me falta quase tudo! Sim! Quase tudo!
Ao passo que respiro, só o teu cheiro me torna vivo, mas... Nada posso tocar!
Como continuar se o teu cheiro e o teu corpo permanecem em mim?
Então, o que falta? Já tenho tudo que preciso! Ou... quase tudo. O que eu faço?
Se permaneces em mim... Sem falta! Vou seguindo... Mas permaneça aqui... Sem falta!
Pareço insistir em algo louco... Eu sei, mas agora resta esperar sua volta. E até lá, guardo você comigo!
Quase nada me falta! A não ser esse breve respirar.
Alimentado por esse cheiro e esse corpo permeando meu pensar.
Fica o desejo de tê-la por inteira... Sem nada faltar! Me ajude! Preciso respirar você!”

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